terça-feira, 9 de novembro de 2010

PASSOS PERDIDO.

Cito e trancrevo o artigo de Pedro Tadeu, no DN de hoje, subordidado
ao tema "As ideias fantásticas de Pedro Passsos Coelho".

Passos Coelho apresentou-se ao País com o livro MUDAR, onde se afirmava,
implicitamente, "desconfiar imenso dos políticos".
Como se ele não fosse político.

Mais tarde anunciou que iria alterar a Constituição, onde se avançava uma
série de disparates, e então tão expunha a tese "retirar a justa causa como
motivo limitador de despedimentos"
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Cada cavadela, sua minhoca, como se vê...

Esres dois pontos ficaram esquecidos na bruma da novela do Orçamento.

Mas o Passos volta à carga:
"O homem defendeu que os govenantes que provocassem danos na economia de-
veriam ser responsabilizados, civil e criminalmente".
Quem disse que esta abécula era o esperado candidato do PPD/PSD, ao cargo
de iº MInistro de Portugal?

Quem treinou este pequeno para a política?
Nem Jesus ( o treinador) prepara tão mal os seus rapezes para os clássicos.

Termina o citado articulista:
"Resta saber o que será mais perigoso:
O abuso criminoso ou a tonteria justiceira?".

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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

ARABESCO .


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ENCONTROS INSÓLITOS - 2 - CAVACO com KADHAFI .


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ENCONTROS INSÓLITOS - 1 - SÓCRATES com EDUARDO dos SANTOS .


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OUTONO PROFUNDO .


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PANORAMAS 16.


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Auto-Retrato 30 .


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UM PRESIDENTE de TRISTE FIGURA .


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A CONFIANÇA .

São muito curiosas estas coisas das finanças públicas, da dívida soberana,
dos mercados, dos juros do dinheiro, da especulação, da confiança,
obladi, obladá,
patati, patatá.
É de facto um mundo fascinante, quase onírico.
Uma porta aberta para a compreensão da realidade.

Tenho para mim, que uma parte significativa, da exagerada subida dos juros
da dívida pública(e não só), se fica a dever aos insultos, ás calúnias, ás
parvoíces e mentiras, dirigidas a figuras do estado, designadamente contra
o Ministro das Finanças e contra o 1º Ministro,
pelos arruaceiros do costume, as pitonisas de serviço:
Marcelo, Pacheco, Pulido, Manuela, Neves, Miguel, Moura, e tanta outra gen-
te,

e sobretudo, às cargas selváticas de uma boa parte dos chamados órgãos de co-
municaçao social, que são capazes de esquartejar quem quer que seja, para obter
uma caixa, uma capa, ou um editorial que dê algum benefício directa ou indire-
ctamente.

Verdade sim, informação sim.
Escrutínio sim, rigor sim.
Nunca assassinato político.

E muito menos contribuir objectiva e descaradamente,
para a desacreditação criminosa do nosso país .
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domingo, 7 de novembro de 2010

A NOVELA do ORÇAMENTO .

Que triste espectáculo o desta reles novela do Orçamento de Estado.
Um autêntico romance de cordel.
Dir-se-ia uma peça surrealista, ou um quadro de uma revista à portu-
guesa, de baixa categoria.
Nem sequer faltou o Compère, nem as coristas espanholas.
Que Vergonha.
Que performance.
Não cheguei a perceber se a coisa era para rir ou para chorar.
Se se tratou de uma fiesta tauromática, ou de um burlesco com palha-
ços aprendizes.
Até teve direito a troféu, mostrado à saciedade por um dos diestros,
para gáudio da arraia miúda.
Enquanto a rábura se ia desenrolando, os juros da dívida iam atingindo
máximos, uns a seguir aos outros.
Os agiotas e os abures deleitavam-se com o show incrível e lastimável
que o nosso país lhes proporcionava.
Sempre a chupar-nos o sangue.
Uma corja.
Um nôjo.
Uma vergonha.
Quem encenou esta Palhaçada?
Quem permitiu a sua representação?

O país merece que seja tratado desta maneira.
Com artistas destes, o espectáculo mediático rejubila.
Mais palavras para quê.
Deixem trabalhar artistas desta qualidade.
A realidade supera grandemente a ficção.
Obrgados pois, portugueses.
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sábado, 6 de novembro de 2010

MAGISTRATURA de INFLUÊNCIA.

Estou farto da conversa da treta.
Influência de quem e para quem?
De quê e para quê?
Vem agora Cavaco agitar o slogan de uma nova política económica.
Política nova?
Mas foi Cavaco Silva, directa ou indirectamente, o maior
responsável pela destruição da nossa economia?
Hà mais de 20 anos?
É preciso ter lata...
Ele, Cavaco, que se diz o paladino da verdade.
Ele, mais a sua amiga, colega e camarada Manuela Ferreira Leite.
Mas a trapaça pega, mas não passa.

Diz Cavaco que ele bem avisou da desgraça que estava a acontecer.
Que fez para o evitar?
Afinal quem conseguiu influenciar?
Quais os resultados dessas boas intenções?
De boas intenções está o inferno cheio, e o PPD/PSD também...

Não terá sido Cavaco um dos principais mentores e agentes do das-
mantelamento quase total da economia nacional
Ou não terá sido também um dos cúmplices políticos da depradação da
banca portuguesa?
Do desaparecimento despudorado de parte das poupanças de muitos
portugueses?

Portanto, para que diabo serve a magistratura de influência?
Só se fôr da má, da péssima, da criminosa influência exercida
pelos seus ex-correligionários, aqueles que ajudaram a conduzir o País
à difícil e perigosa situação em que se encontra.

Afinal, quem mente e quem diz a verdade?
Como diria Gil Vicente, todo o mundo mente, e ninguém fala verdade....
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