terça-feira, 13 de setembro de 2011
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Más notícias da Frente Oeste
Basicamente: - há sinais de nova quebra, após o esgotar dos efeitos dos apoios estatais à Economia.
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
Mais Transparência
(texto originalmente escrito para o Simplex, aqui)
Um dos maiores desafios que se deparam ao próximo governo será claramente o da transparência. Se repararmos, dos maiores ataques ao governo do Partido Socialista, muitos tiveram a ver com a transparência, ou a hipotética falta dela, na acção política do governo que agora chega ao seu fim.
Nos tempos que correm, a transparência é um bem essencial à política. Um bem essencial que continua a escapar em Portugal. É tempo de fazer alguma coisa para que o dinheiro do estado e seu uso seja mais facilmente perceptível pelos cidadãos deste país.
Assim, e não tendo a intenção de ser original, recorre-se ao recovery.gov para extrair uma proposta para o programa de governo.
Como sabem, o recovery.gov é o site da administração americana que permite ao cidadão seguir a utilização do dinheiro público que está a ser injectado na economia. A proposta que aqui se deixa alinhavada (e, claramente, necessitada de ser trabalhada) é a construção de um sítio onde possa ser consultado os gastos/investimentos financeiros da governação portuguesa, bem como as opções tomadas em concursos públicos.
Exemplo 1: Abriu-se um concurso público para construir um novo aeroporto. Concorreram três consórcios ao projecto. No sítio Transparência apareceria o concurso com a proposta vencedora e as duas derrotadas, ambas disponíveis para consulta, em linguagem que o cidadão comum consiga perceber.
Exemplo 2: Poder-se-ia fazer a história dos programas e-escola e e-escolinha. Quantos computadores já foram entregues, quanto se gastou nas melhorias escolares, em que escolas, etc.
Muitas outras apostas poderiam fazer parte da informação aqui presente (por exemplo, o número de pessoas nomeadas e o gasto com elas) e acredito que algumas destas já possam estar dispersas por vários sítios oficiais. Mas, a bem da transparência, deveriam estar todas num sítio único (mesmo que se mantenham nos seus sítios actuais) e a informação disponibilizada deveria ser a máxima possível, bem como a linguagem ser acessível.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
It's the economy... Obama

Isto é o que está na Face Oculta... de PORTUGAL
Apanhado num blog luso
Comentário de Gavião Sadino
Data: 1 de Dezembro de 2009, 0:29
Meus amigos embora não seja este o assunto. Quero dizer-lhes que o Hotel Sheraton Algarve efectuo hoje mesmo (30/11) um despedimento colectivo encapotado com o pretexto de reestruturação e diminuição de custos. Todos os electricistas efectivos com mais de 40 anos foram despedidos.
No principio do ano começaram pelo pessoal da Copa e das limpezas (portanto os que tinham menos formação e menos informação). De seguida tentaram fazer o mesmo nos jardins e campos de golfe, só que os trabalhadores uniram-se ameaçaram fazer greve em pleno verão, com o apoio dos sindicatos e a presença da comunicação social, eles arrepiaram caminho. Mas não desistiram, a partir daí começaram a aliciar quem já está à beira da reforma prometendo a declaração para o Fundo de Desemprego aos que queiram sair.
Agora ainda foram mais subtis, alegando que iam encerrar o hotel para obras de 30 de Nov. até ao fim do ano, consumaram os objectivos que pretendiam.
Hoje deixaram o pessoal entrar ao serviço começaram a convoca-los individualmente, entregavam-lhe a carta de despedimento e eram postos imediatamente na rua. Houve um que disse que se vim para trabalhar só saio no fim do dia, dois seguranças agrediram o homem e colocaram-no fora das instalações à bruta.
O meu pai tem 64 anos, era lá técnico de frio e A.C.. Foi operado a um cancro, há ano e meio que estava com baixa, era para começar a trabalhar no dia 11 de Dez., telefonaram-lhe hoje de manhã, que comparece-se no hotel, para lhe dizerem que também está despedido.
Moral da história? Quantos trabalhadores e suas famílias é preciso lixar a vida e quanto é preciso todos nós pagar-mos com os nossos impostos, para um magnata Árabe não ver baixar os lucros, e o nosso primeiríssimo não deixar de passar as suas merecidíssimas férias num hotel de luxo no conforto da requintada Suite Diplomática, pago em €, Dólares, Dirans, ou outra qualquer moeda (sim; para pagar qualquer dinheiro serve).
Deixo a pergunta a estes “senhores” que por aqui pululam abnegados defensores do capital, se ficam felizes ao saberem que o dinheiro dos vossos impostos serve para custear estas manigâncias fraudulentas, e atirando com mais umas quantas famílias Portuguesas para o desespero?
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