.sexta-feira, 12 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Afinal, que palhaçada é esta?
Ainda há poucos dias, escrevi o seguinte:"A democracia contem, em si mesma, os germes da sua própria
destruição".
Afinal, que patetice vem a ser esta?
Claro que os policiais não têm culpa de tais desacatos.
O que pensam desta parvoíce, O PR, O I.Ministro, O M. da Admn. Interna,
os Chefes das Polícias, e já agora, a Líder da Oposição e o chefe do Grupo
Parlamenrar do PPD/PSD?
Aberrações assim, só nas greves dos Magistrados, ou nas praches acadé-
micas.
Depois disto, qual o respeito pelos síndicos e afins!
A maralha do crime agradece, reconhecida.
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O Professor.
Então, Constâncio, tem calma, aguenta;para a próxima tens que preparar melhor as aulas.
Tens que actualizar-te.
Reciclar-te, conhecer novos paraísos, novas mentalidades,
novas gentes, novos conceitos.
Tens que correr mundo.
Até lá, vais passar um mau momento, mas vais ver, logo, logo,
tudo vai retomar a normalidade.
E, se calhar, ainda vais receber um aumentozito...
Cumprimentos.
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Conversa fiada.
Completamente de acordo com o camarada David.
Mal comparado, é como a conversa das quotas.
Querem obrigar as vèlhinhas a atravessar a rua à força
quando o que elas querem é descansar no passeio.
Parece uma conversa se surdos.
O Voto deve ser um acto livre, responsável e consciente.
Tudo o resto é cenário.
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Mal comparado, é como a conversa das quotas.
Querem obrigar as vèlhinhas a atravessar a rua à força
quando o que elas querem é descansar no passeio.
Parece uma conversa se surdos.
O Voto deve ser um acto livre, responsável e consciente.
Tudo o resto é cenário.
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Voto obrigatório: NÃO obrigado!
Com a tendência para valores de abstenção mais elevados, particularmente nalgumas eleições, vem a lume a discussão da obrigatoriedade do voto.
Lá estamos novamente a usar todos os meios para atingir os fins.
Não é pela obrigatoriedade do voto que as decisões políticas se tornam mais consensuais ou legitimadas.
Isso só se consegue com mais transparência e mais participação.
Façam-se campanhas de sensibilização, especialmente através de publicitação do trabalho desenvolvido pelos eleitos e dêem condições para o mesmo ser livremente escrutinado. Chame-se à participação na vida política os cidadãos, mesmo que estes não queiram ser ser eleitos.
Espero que estas vontades não signifiquem vontade de aumentar o número de votos para ter a consequência de elevar a subvenção do Estado para o financiamento partidário.
O voto deverá ser uma obrigação CÍVICA, não legal !!!
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