terça-feira, 9 de junho de 2009

Viagens de uma vida - 4 - FARO.


Faro
Ilha de faro
O Centro do Mundo.
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Afinal, que palhaçada é esta?

Ainda há poucos dias, escrevi o seguinte:
"A democracia contem, em si mesma, os germes da sua própria
destruição".
Afinal, que patetice vem a ser esta?
Claro que os policiais não têm culpa de tais desacatos.
O que pensam desta parvoíce, O PR, O I.Ministro, O M. da Admn. Interna,
os Chefes das Polícias, e já agora, a Líder da Oposição e o chefe do Grupo
Parlamenrar do PPD/PSD?
Aberrações assim, só nas greves dos Magistrados, ou nas praches acadé-
micas.
Depois disto, qual o respeito pelos síndicos e afins!
A maralha do crime agradece, reconhecida.

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O Professor.

Então, Constâncio, tem calma, aguenta;
para a próxima tens que preparar melhor as aulas.
Tens que actualizar-te.
Reciclar-te, conhecer novos paraísos, novas mentalidades,
novas gentes, novos conceitos.
Tens que correr mundo.
Até lá, vais passar um mau momento, mas vais ver, logo, logo,
tudo vai retomar a normalidade.
E, se calhar, ainda vais receber um aumentozito...
Cumprimentos.

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Mas que pena...

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Fotos - IX .

Um homem tem 100 metros de altura.

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

VIA SACRA DO BENFICA.


Ai Jesus, valha-me DEUS.
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Composição - x -


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Composição w .

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Conversa fiada.

Completamente de acordo com o camarada David.
Mal comparado, é como a conversa das quotas.
Querem obrigar as vèlhinhas a atravessar a rua à força
quando o que elas querem é descansar no passeio.
Parece uma conversa se surdos.
O Voto deve ser um acto livre, responsável e consciente.
Tudo o resto é cenário.

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Voto obrigatório: NÃO obrigado!

Devo já dizer que, desde que pude votar, NUNCA falhei um acto eleitoral.

Com a tendência para valores de abstenção mais elevados, particularmente nalgumas eleições, vem a lume a discussão da obrigatoriedade do voto.

Lá estamos novamente a usar todos os meios para atingir os fins.

Não é pela obrigatoriedade do voto que as decisões políticas se tornam mais consensuais ou legitimadas.

Isso só se consegue com mais transparência e mais participação.

Façam-se campanhas de sensibilização, especialmente através de publicitação do trabalho desenvolvido pelos eleitos e dêem condições para o mesmo ser livremente escrutinado. Chame-se à participação na vida política os cidadãos, mesmo que estes não queiram ser ser eleitos.

Espero que estas vontades não signifiquem vontade de aumentar o número de votos para ter a consequência de elevar a subvenção do Estado para o financiamento partidário.

O voto deverá ser uma obrigação CÍVICA, não legal !!!
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