quarta-feira, 7 de outubro de 2009

A ETERNIDADE.

A depois...
Depois seguiste,
seguiste em frente,
sempre em frente,
em frente, até ao fim,
até ao abismo.

Já não havia desvios,
não havia atalhos,
escapatórias, nem alçapões.
Deslizaste suavemente.
Talvez conhecesses o caminho.
Talvez quisesses chegar
depressa ao fim,
rumo ao nada,
rumo ao infinito.

Do outro lado,
alguém estaria
à tua espera.
Alguém te aguardaria
de braços abertos,
e te abriria as portas
da ETERNIDADE.

um beijo
dos pais.
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