Que pensar?
Que dizer?
Que fazer?
Como encarar a vida sem ter que mergulhar no abismo
do dislate programado, não perder a compustura,
não procurar um estado emocional que ronda o absurdo,
a idiotice e a violência,
enfim, resistir, com um mínimo de dignidade .
Evitar que a pressão suba em espiral, sem provocar gra-
ves danos, num organismo tão fragilizado .
Como aguentar os disparates e as manobras torpes, livre-
mente propalados à toa, sem poder organizar o combate
efectivo, contra a mentira, a injustiça, o arbítrio,
que pode conduzir a um total desconforto físico e moral .
Como sobreviver?
.