quarta-feira, 12 de maio de 2010

A FÉ e o NEGÓCIO.

Não tenho qualquer problema em abordar as questões que se prendem
com o show mediático, epidérmico, exibicionista, que raia quase a ofensa
a quem não é religioso, ou pelo menos, não é religioso em sentido mais
abrangente.
Nada me constrange relativamente aos princípios da FÉ, católica ou ou-
tra qualquer.
Mas irritam-me os fariseus, que se julgam donos das verdades absolu-
tas, menosprezando e calcando a verdade dos outros.
Ainda por cima, quando o que deveria ser um acto de humildade e reco-
lhimento colectivo, ao invés se transforma numa autêntica parada carna-
valesca.
Os mastins ladram, mas a caravana passa.
Impera o reino da hipocrisia, da vaidade e da soberba.
Querem, por todos os meios, comprar um lugar no céu, mas o espaço é
curto, e os pecadores não têm conta, nem peso, nem medida.
Afinal, quem anda a enganar quem ?
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