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quarta-feira, 9 de junho de 2010

É só dar-lhes tempo...

e os (ex-)ministros do PS continuam a mostrar o que sempre foram e são:

Só me apetece citar Saramago nos seus Cadernos de Lanzarote – Diário III

«Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo… e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.»

Podemos saltar já para o fim do programa ?
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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Já namoravam desde os tempos da JSD


Agora com a nova Lei podem começar a preparar um Casamento a sério, ou pelo menos uma União de Facto.

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Quando começam a distribuir as G3 ? Dão mais jeito que as vacinas.

É só mais um que veio à rede... como os robalos...

Ricardo
Manuel de Amaral Rodrigues, jurista de profissão, ocupa actualmente o cargo de vice-presidente da bancada parlamentar do PS na Assembleia da República. É membro do Conselho Superior do Ministério Público eleito pela AR e membro da Comissão Parlamentar Permanente. Pertence à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, integrando a Comissão de Inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN e sobre a Supervisão Bancária Inerente. É ainda presidente da Subcomissão de Justiça e Assuntos Prisionais. Coordena vários grupos de trabalho, entre os quais se destacam o da protecção de vítimas de violência doméstica, o do regime jurídico de inventário, o dos dados do sistema judicial, o do código de execução de penas e o da lei do cibercrime
Em Novembro de 2003, era Ricardo Rodrigues secretário regional da Agricultura e Pescas do governo de Carlos César, rebenta o escândalo de pedofilia nos Açores, conhecido também por «caso garagem do Farfalha». Várias figuras conhecidas de Ponta Delgada vêem o seu nome enredado no escândalo, entre elas um conhecido médico e um procurador-adjunto, (convenientemente transferido para o Tribunal de Contas do Funchal)
Ricardo Rodrigues vê, também, o seu nome implicado e, antes que a coisa atinja outras proporções, demite-se do Governo Regional. Porém, apesar do falatório, o agora deputado nunca foi constituído arguido no processo.
No início de Janeiro de 2004, são conhecidas ligações de Ricardo Rodrigues a um outro escândalo, neste caso financeiro, que envolvia uma burla tendo por alvo a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo, S. Miguel, a poucos quilómetros de Ponta Delgada.
A comunicação social passou a denunciar o que se segredava à boca pequena e, «indignado», o responsável socialista resolveu processar um jornalista que, não só referiu este caso, como também o malfadado escândalo de pedofilia. Cinco anos depois, o Tribunal da Relação de Lisboa não lhe deu razão e, espanta-se, no acórdão, por o deputado não ter sido investigado nem ter ido a julgamento, no processo de Vila Franca do Campo.
Ligações perigosas
Ricardo Rodrigues apareceu ao lado de uma loira espampanante que se apresentou nos Açores como uma milionária que estava disposta a fazer avultados investimentos na Região.
Emigrante no Canadá, dizia-se possuidora de uma considerável fortuna e teve direito a imensas atenções da comunicação social local. A seu lado lá estava Ricardo Rodrigues, como advogado e procurador da senhora. À conta disso, passeou pelo mundo. As coisas correram mal e a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo meteu um processo à senhora por uma burla de muitos milhões de euros.
O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes».
Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»...
(...)O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi arquitectado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, (primo de Carlos César e irmão de um conhecido magistrado judicial) engendraram um esquema de acesso a empréstimos fraudulentos servindo-se de um singular expediente. Como Borges usufruía de capacidade para conceder empréstimos até 2.500 contos, apenas com a finalidade de «adquirir novilhas para recria», angariavam supostos agricultores para acederem ao crédito, a troco de algumas dezenas de contos.
Denunciado em acareação
As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».
Este expediente, permitiu à «associação criminosa» prejudicar o banco do Estado num valor aproximado de 1 milhão e meio de contos, utilizados em operações de «engenharia financeira» muito duvidosas e, segundo a PJ, com ligações a redes internacionais de tráfico de droga, com quem Débora Raposo teria estreitas relações. Um dos tentáculos destas operações era o Colégio Internacional, no Funchal, cujos sócios eram Débora , Ricardo Rodrigues e a sociedade offshore Hartland Holdings Limited, uma obscura empresa com sede num apartado da Ilha de Man, no Reino Unido.

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

PR processa Lima nos tribunais?

Mais um episódio na novela das "não ingenuidades" das escutas. Com o afastamento de Fernando Lima o Presidente da República dá um sinal de algo de menos próprio se passou.

Partindo do princípio de que Cavaco não deixou cair um dos seus "homens de mão" de mais de 20 anos por dá cá aquela palha, ainda para mais depois de MAIS DE UM MÊS de novela, este afastamento, sem mais explicações, dá azo a que se pergunte:

Perante a gravidade dos factos, ainda não desmentidos, Fernando Lima não cometeu só actos não dignificantes de um membro da Casa Civil do PR, o que justificaria o afastamento. Então e o transmitir aos jornalistas de que falava em nome do PR? Não merece esse facto um processo nos tribunais??

De muito grave fica ainda toda a actuação do PR, com esclarecimentos que se exigiam HÁ MUITO, prejudicando seguramente, intencionalmente ou não, uma campanha eleitoral democrática e nomeadamente o PS.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A estupidez, segundo MMGuedes

Há por aí gente muito estúpida, a acreditar nas palavras de Manuela Moura Guedes ao DN.

Como Manuela se sente dona e senhora da verdade, e não tendo ainda lido a entrevista na integra, que apenas será publicada amanhã, acreditarei na explicação da "antevisão" do que hoje aconteceu:

"Só se fosse alguém muito estúpido. Como sabe, o meu jornal faz grandes audiências, esta televisão é uma televisão comercial, vive de audiências e daquilo que elas geram", atributo dirigido a quem fez a "jornalista" ficar a ver o jornal por um canudo.

Assim sendo serão, como espero, completamente disparatadas as teorias da conspiração promovidas por parte de alguém do PS ou de José Sócrates que já andam em muitas mentes, o que não deverá passar nos próximos tempos.

Na lógica do pensamento de Manuela, só se Sócrates fosse muito estúpido se meteria numa alhada destas a tão curto tempo de eleições.

E "muito estúpido" não creio que seja "atributo" que alguém dirija ao Secretário-Geral do PS...
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As eleições, o Benfica e os velhos do Restelo

A não perderem hoje a crónica de Leonor Pinhão no jornal "A Bola" acerca do actual momento do SL Benfica, em conversa de café entre dois benfiquistas, o optimista e o pessimista, da qual não foi possível encontrar link.

Ao ler a mesma, retrato fabuloso do nosso espírito bem português, retratado de forma ímpar por Camões, assenta como uma luva ao actual momento político nacional.

Por mais boas notícias, que se insuficientes isoladas terão carácter distinto lidas em conjunto, haverá sempre velhos do Restelo a desvalorizá-las e a revirá-las do avesso, forma bem portuguesa de passarmos do 80 ao 8.
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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Assessor de Cavaco e Público metem "pata na poça" ?...

Não deixa de ser curioso que antes de vir qualquer desmentido, oficial ou oficioso, da presidência da República referente às lanças enviadas por dirigentes socialistas venham acusações por parte da Casa Civil do PR.

A acreditar nos jornalistas do @Publico em referências em que "confessou ao PÚBLICO um membro da Casa Civil do Presidente" de que a Presidência da República teme estar a ser vigiada, feitas pela jornalista São José de Almeida após contacto onde sentiu clima de "consternação", infere-se um sentimento de parcialidade condenável pela função que esse assessor desempenha que extravasa seguramente alguns deveres para a sua vida privada, pelas implicações que têm o cargo de Presidente da República.

O @Publico não só encontrou o assessor que tinha tido esses encontros imediatos com dirigentes do PSD, ao que é de louvar um excelente jornalismo de investigação, como extravasou o que seria inferido apenas pelo conteúdo noticioso, a não ser que tenha mais informações que não colocou na notícia, elaborando uma primeira página que é completamente condenável pela acusação de que a Presidência suspeita estar a ser vigiada pelo Governo.

Ora o envolvimento do Governo, ou foi referido pelo Membro da Casa Civil, ou representa um lapso grave do Público, não querendo eu acreditar sequer numa terceira possibilidade de que houve premeditação por parte de quem elaborou a capa de um jornal que tem um passado de respeitada credibilidade.
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terça-feira, 28 de julho de 2009

Mais Transparência

(texto originalmente escrito para o Simplex, aqui)

Um dos maiores desafios que se deparam ao próximo governo será claramente o da transparência. Se repararmos, dos maiores ataques ao governo do Partido Socialista, muitos tiveram a ver com a transparência, ou a hipotética falta dela, na acção política do governo que agora chega ao seu fim.


Nos tempos que correm, a transparência é um bem essencial à política. Um bem essencial que continua a escapar em Portugal. É tempo de fazer alguma coisa para que o dinheiro do estado e seu uso seja mais facilmente perceptível pelos cidadãos deste país.

Assim, e não tendo a intenção de ser original, recorre-se ao recovery.gov para extrair uma proposta para o programa de governo.


Como sabem, o recovery.gov é o site da administração americana que permite ao cidadão seguir a utilização do dinheiro público que está a ser injectado na economia. A proposta que aqui se deixa alinhavada (e, claramente, necessitada de ser trabalhada) é a construção de um sítio onde possa ser consultado os gastos/investimentos financeiros da governação portuguesa, bem como as opções tomadas em concursos públicos.


Exemplo 1: Abriu-se um concurso público para construir um novo aeroporto. Concorreram três consórcios ao projecto. No sítio Transparência apareceria o concurso com a proposta vencedora e as duas derrotadas, ambas disponíveis para consulta, em linguagem que o cidadão comum consiga perceber.


Exemplo 2: Poder-se-ia fazer a história dos programas e-escola e e-escolinha. Quantos computadores já foram entregues, quanto se gastou nas melhorias escolares, em que escolas, etc.


Muitas outras apostas poderiam fazer parte da informação aqui presente (por exemplo, o número de pessoas nomeadas e o gasto com elas) e acredito que algumas destas já possam estar dispersas por vários sítios oficiais. Mas, a bem da transparência, deveriam estar todas num sítio único (mesmo que se mantenham nos seus sítios actuais) e a informação disponibilizada deveria ser a máxima possível, bem como a linguagem ser acessível.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

O mel de Sócrates

Tenho assistido às alterações de forma do Primeiro-Ministro José Sócrates, desde as eleições e particularmente a entrevista de ontem à noite, e à forma "melada" como o discurso vai fluindo.

Tenho esperança que quem tenha estado na entrevista tenha sido o Primeiro-Ministro e não o Secretário-Geral do PS.

Tenho esperança que só eu tenha ficado com impressão que só muda a forma de "explicar" e não a forma de agir.

Tenho esperança que a afectividade, de que fala o Carlos Zorrinho, seja implementada nessa "forma de agir", que a "postura de distância" deixe de ser excessiva.

Tenho esperança que o Secretário-Geral do PS tenha verdadeiramente compreendido a mensagem dos portugueses e influencie o Primeiro-Ministro.

Camarada José Sócrates, tenho esperança, pois...

...se o mel que me passar na garganta for "líquido" conseguirei com afectividade contribuir para o trabalho colectivo necessário,...

...caso contrário, o mel terá demasiado açúcar e ficarei com a garganta "arranhada".

Tenho esperança...
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terça-feira, 21 de abril de 2009

A forma e o conteúdo, a visão e a estratégia

A propósito da passagem por Portugal de Don Tapscott, e das suas declarações acerca do Programa Magalhães, resolvi voltar a distinguir a forma do conteúdo.

Mais uma vez vêm do exterior os elogios ao que por "cá" se faz. Sabermos quais as vantagens comparativas e o valor acrescentado que criamos com as nossas políticas é essencial, como em qualquer empresa.

Não ponho em causa muita da visão estratégica, desgarrada ou não conforme alguns pontos de vista, do Governo de José Sócrates.

O Plano Tecnológico, que aglutina e consubstancia várias medidas importantes dos últimos 4 anos como o Magalhães, a Banda Larga nas escolas, o Simplex, as Novas Oportunidades e tantas outras de menor visibilidade mas não de menor importância, trouxe uma nova visão a toda a Administração Pública e ao país e trará resultados mais significativos no futuro do que presentemente se escrutinam.

As reformas encetadas na educação, saúde e justiça eram e são mais que urgentes, necessárias a um futuro mais risonho para muitos portugueses e para trilharmos o nosso futuro, a par ou na dianteira, com outros países.

A forma utilizada para o fazer não tem sido no entanto a mais correcta. Cheia de crispação, com avanços em sound byte, recuos e banho-maria muitas medidas importantes, necessárias e positivas passaram a ser vistas por outro prisma por parte dos necessários intervenientes a qualquer processo de mudança.

O País parece o meu Benfica, cheio de estrelas e com um plantel milionário mas sem interligação razoável, sem redes de inovação que aproveite os inovadores e essencialmente por ter feito uma aposta no médio prazo quando aos sócios ilude com curto prazo, desvirtuando as expectativas de quem quer ajudar a fazer a transição no processo de mudança.

De Sócrates só espero, como comandante deste barco, que como os navegadores lusitanos que nos tornaram timoneiros do mundo de então, que não seja só visionário mas essencialmente estratega, que ao conteúdo alie a forma mais que os números.
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quinta-feira, 19 de março de 2009

Nascimento Rodrigues: a verdade e o tiro no pé

Não sei nem quero saber de quem é a culpa.

No nosso país andamos sempre há procura dos culpados quando as situações se arrastam sem serem resolvidas.

O essencial neste caso passa por duas questões.

Em primeiro lugar pela razão em alertar (e não é a primeira vez) para o arrastar de uma situação para a qual a democracia nada beneficia, especialmente tendo em conta a relevância do cargo de Provedor de Justiça, o período pré-eleitoral em que estamos e o actual estado da justiça (real e percebido).

Além disso Nascimento Rodrigues, pelo cargo que ainda ocupa, não pode dar opiniões pessoais sobre quem será o seu sucessor e muito menos sobre quem tem culpa no arrastar da situação, ainda para mais pela forma política, e não institucional, como o faz.

Por isso meus senhores, na qualidade de cidadão deste país, peço: ENTENDAM-SE e resolvam a situação!!
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segunda-feira, 2 de março de 2009

Em reflexão...

Estou em reflexão depois do que me fizeram no passado fim-de-semana...

Já não bastava terem censurado as imagens ao Magalhães e voltaram a brincar com o pessoal de Torres Vedras.

Para quem ainda não percebeu, eu explico...

em reflexão...

em reflexão...

em reflexão...

Ainda penso como vos vou explicar isto...

OK, aqui vai.

Será que fui eu a razão do apagão ? --> explicação via campanha negra

Será que alguma maleita me persegue ? --> explicação de um pessimista

Será que o Carnaval ainda não acabou ? --> explicação de um distraído

Será que a Câmara de Espinho não pagou a conta ? --> explicação de um centralista

Será que o Governo não transferiu ainda as verbas do OE para a Câmara pagar a conta ? --> explicação de um autárquico

Será que gostaram do ínicio do meu discurso e queriam que eu voltasse ? --> explicação de um optimista

Será que a banca estava atenta ao discurso e contratou rapidamente o Bin Laden para desligar a luz ? --> explicação de um egocêntrico

Mais possíveis explicações haverá mas estou certo que mais confusos estarão. Então vou descodificar.



Perceberam ? Não ????

Mais claro é impossível. Era eu que discursava quando ...

Mas amigos, podem ficar descansados. Tiveram que me aturar novamente no dia seguinte.
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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Vital Moreira

Vital Moreira foi o nome escolhido para encabeçar a lista do PS ao Parlamento Europeu. Uma boa escolha, independentemente de ter sido a primeira, segunda ou outra escolha qualquer. Foi a última e isso é que interessa. De realçar que Vital Moreira, além de todos os méritos que lhe são amplamente reconhecidos, é alguém que, como é sabido, é presença diária na blogosfera lusa, nunca se escondendo, nem escondendo o seu pensamento. E para todos aqueles que já o criticam por ser um convertido que se tornou mais papista que o papa, convém recordar-lhes que Vital Moreira fez parte da equipa de coordenação do Fórum Novas Fronteiras que esteve na base do programa eleitoral do Partido Socialista nas eleições de há quatro anos. Torna-se assim, a meu ver, difícil de criticar aquilo que se ajudou a construir, a não ser que isso não fosse o que estivesse a ser efectuado o que não é o caso.

Agora só espero que Ana Gomes seja reconduzida na lista, para continuar a desenvolver o bom trabalho que vem efectuando.